Ditados sobre esforço e persistência · Nível 1

Começar na hora certa

“Deus ajuda quem cedo madruga”, “Quem não arrisca não petisca”, “Camarão que dorme a onda leva”: são os ditados que a gente ouve quando está há semanas esperando a hora perfeita, que não vem. Quase todos animam, e é por isso que caem bem vindos de um colega e mal vindos do chefe.

Pratique este conjunto de graça — sem precisar de conta. Carrega 12 flashcards no learner. No learner é como aqui: primeiro a expressão, depois o significado.

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Como estudar este conjunto

Repare que dois deles se contradizem: “Deus ajuda quem cedo madruga” e “A pressa é inimiga da perfeição”, que aparece no nível 3. Não é falha do ditado popular, é o jeito dele de dizer que depende do caso.

Todos os 12 flashcards

Trocar pergunta e resposta
Quem começa cedo sai na frente.

Deus ajuda quem cedo madruga.

“As vagas abrem às oito, então põe o despertador: Deus ajuda quem cedo madruga.”

Sem correr algum risco não se ganha nada.

Quem não arrisca não petisca.

“Manda o currículo mesmo sem ter tudo o que pedem: quem não arrisca não petisca.”

Quem se distrai perde a oportunidade.

Camarão que dorme a onda leva.

“Ele demorou dois dias para responder e o apartamento já foi: camarão que dorme a onda leva.”

Fazer com atraso ainda é melhor do que não fazer.

Antes tarde do que nunca.

“Ele mandou o agradecimento três semanas depois, mas antes tarde do que nunca.”

Resolva agora em vez de empurrar para depois.

Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.

“O formulário leva cinco minutos. Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje.”

Quem se dá ao trabalho de procurar acaba encontrando.

Quem procura acha.

“Levou seis meses até achar a casa certa, mas quem procura acha.”

A oportunidade fácil é que cria a tentação.

A ocasião faz o ladrão.

“Deixaram a bolsa em cima da mesa a tarde inteira: a ocasião faz o ladrão.”

Quem tem paciência acaba conseguindo.

Quem espera sempre alcança.

“Foram dois anos na fila da bolsa e saiu: quem espera sempre alcança.”

O que se recebe depois vem do que se fez antes.

Quem semeia colhe.

“Ela ajudou a turma inteira no primeiro ano e nunca faltou quem a ajudasse: quem semeia colhe.”

Indo com calma também se chega — e longe.

Devagar se vai ao longe.

“Duas páginas por dia e em março o rascunho está pronto: devagar se vai ao longe.”

Quem não pede não recebe.

Quem não chora não mama.

“Se você não falar que quer o projeto, vão dar para outro: quem não chora não mama.”

O que já passou não adianta mais.

Água passada não move moinho.

“Deixa isso para lá, foi há três anos: água passada não move moinho.”

O que aprender em seguida

Depois: os ditados de quando já está difícil continuar.

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